sexta-feira, 25 de junho de 2010

Coisas do Twitter: Danny Barnes - "Caveman" - Santa Cruz, October 17, 2008

Matraca já se rendeu ao Twitter, estou gostando dessa troca de idéias em 140 caracteres, exercício de disciplina diária, sou uma follower do Dave Matthews Band e hoje ele sugeriu que ouvíssimos o Banjo ... dividindo comos docinhos de côco...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Sapos venosos


... e eu que sempre pensei que ele amava o Branco.

sábado, 12 de junho de 2010

Quem não tem cão, caça com gato....

Após um ano daquele post de dia dos namorados e depois de refletir sobre a frase que certa vez ouvi de uma pessôua muito inteligente :que os sábios aprendem com os erros dos outros e os espertos aprendem os próprios erros .... a esperta matraca optou por um dia de curtição total do frio em sua própria casinha.... descubro esse video....bem propício para o dia de hoje...me diverti escolhendo meus preferidos....
Ponto para os beijos nos:
00:17 (eu me lembro da frase de beijo...Briget jones: i don´t know good boys kiss like that... Mark Darcy: They funkin did!!! youwwwww).... 2:14 e2:26: no quesito entreolhares..2:49 no quesito temperatura 4:13 e 5:10 no quesito cumplicidade ....

Ps: depois de um post de tanta categoria do Napoleon... vem euzinha com cenas de blockbusters hollywoodianos ... ahhhh peço permissão para um pouquinho de pieguice no dia de hoje....

quinta-feira, 10 de junho de 2010

ALÔ BATERIA!

Já faz muito tempo que carrego a máxima de que ouvidos atentos nos dá a oportunidade de viver acontecimentos que não presenciamos.
No “causo” que passo a contar aprendi coisas como a profissão do “comissário” e a fenomenal “Jazzificação” de uma fanfarra de carnaval.
Até algumas décadas atrás, era uma figura certa em praticamente toda cidade do interior. Como o deslocamento às metrópoles levava muito tempo ( a comunicação também era dificultosa – era comum esperar horas para conseguir um telefonema interurbano), e os serviços de logística e transporte (os serviços de encomenda expressa não existiam) eram escassos ou inexistentes, haviam pessoas que faziam de sua profissão a constante ida e vinda aos grandes centros, afim de atender aos pedidos de encomenda daqueles que necessitassem de algum item específico. Era cobrada então uma comissão sobre o valor da encomenda, a título de remuneração pelos serviços do comissário.
A gama de produtos variava desde itens supérfluos, como estetoscópios e outros equipamentos médicos, até aqueles de primeira necessidade social, que poderíamos, como a título de exemplo, citar os livros de Direito.
Esse contexto, aliado à uma política de importação extremamente restritiva, discos e instrumentos musicais eram consideradas preciosidades até mesma nas grandes cidade ( hoje é possível adquirir uma Gibson Modelo Les Paul ou uma Fender Stratocaster pela internet, e caso os Correios estejam de bom humor, no dia seguinte ela está na sua casa).
Foram nessas circunstâncias que uma fanfarra de carnaval do interior de Minas Gerais agregou na sua bateria elementos do Jazz (mais especificamente do Bebop, estilo mais ágil e frenético).
Segundo os relatos que ouvi, um entusiasta mais abastado possuía uma notável coleção de discos de Jazz, que naturalmente, propiciava a muitos outros o conhecimento da arte de gênios como Charlie Parker e Dizzie Gillepsie.
Uma vez relativamente difundida entre um grupo de amigos que compunham a “direção musical” daquela bateria de carnaval – ou fanfarra, como ainda preferem alguns – entre eles incluído um baterista de uma banda de “iê iê iê”, Beatles e afins ( o Pop da época), não tardou para que algumas mentes musicalmente mais engenhosas captassem determinados arranjos, padrões e fraseados magistralmente criados e executados pelos grandes bateristas do Bebop da época e as transportassem para uma bateria escola de samba, enriquecendo seu ritmo, tempo e variações.
Como me senti miserável ao imaginar que meu carnavais nunca foram e nunca seriam assim: numa cidadezinha de interior , de rua de pé-de-moleque, com um prato, um bumbo, tarol ou coisa que o valha na mão e muita cachaça na cabeça, ao som daquela massa sonora contagiante, e temperada por “pitadas” de Jazz.
Na descreveria melhor essa minha nostalgia imaginária do que as palavras do grande Rui Barbosa: “Eu tenho saudade do que não vivi. Tenho saudade de lugares onde não fui e de pessoas que não conheci. Tenho saudade de uma época que não vivenciei, lembranças de um tempo que mesmo sem fazer parte do meu passado, marcou presença e deixou legado. (…).”
Em tempo: no último carnaval, foi tanto funk, tanto “créu”, que fui obrigado a bater em retirada para o meu exílio na Avenida Rio Branco (nota do autor: não se trata da famosa avenida no centro do Rio, mas sim da um pouco menos conhecida avenida Rio Branco, principal via de Juiz de Fora) na segunda-feira, tamanha a meloncolia que me assolou.
Ciente de que o texto ficou provavelmente cansativo e confuso, deixo os meus amigos com o vídeo abaixo, a “Jazzificação” de uma música da Rihanna (eu acho” operada por Jamie Cullum.
Obs.: A referência ao item supérfluo foi apenas uma de minhas criativas e de inteligência incomum piadas, ou “practical Jokes”, pra quem assisti (Bazinga) rsrsrsrs Só pra provocar os meu amigos de blog, praticamente uma junta médica.
Obs2: Notei uma tendência nesse blog da preferência pelo cool jazz, pelo meu conhecimento secular do gosto musical do lesado, e pela fixação da matraca pelo Chet Baker (tá, o cara era bonitão mesmo, fazer o quê né). Além de tentar ilustrar um pouco a possibilidade dessa mistura de bateria de escola de samba com um baterista de jazz, esse é o motivo do segundo vídeo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

1 ANO DE COCADA!!!



Em homenagem aos meus docinhos de côco ...amigos de vida e blog, inspirada no findi na "roça", e em comemoração pelo 1 Ano de Black Cocada...

" Um Galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisa sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênua,
se vá tecendo, entre todos os galos."


*João Cabral de Melo Neto em Tecendo a Manhã