quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Motivo de força maior

Prezados amigos, permita-me informá-los que, com o fim de acatar as numerosas e intensas reivindicações no sentido de antecipar a postagem prometida no post anterior, apresento-vos o assombroso e "embrujador" Screamin Jay Hawkins.

P.S: Peço desde já aos amigos do Cocada eventuais desculpas pelo mau uso dos casos de ênclise e próclise ou pelo excesso de vírgulas neste post. Ou por qualquer erro de sintaxe, ortografia e afins.

Saudações cordiais do saudoso amigo.

"Eu coloquei um feitiço em você" e a singeleza dos argumentos.

O título da música, que, coincidentemente é seu primeiro verso pode, eventualmente, levar à seguinte pergunta: "Mas por quê?". A singelíssima e irrefutável ( na modesta opinião do autor deste post) justificativa vem logo após, no segundo verso: "Because you`RRRRRRRRRRre MIIIIIIIIIINE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Tudo isso acompanhado pela guitarra de Jeff Beck e cantada por Joss Stone (aôôôxeganavagarim). Precisa de mais? Em não menos do que uns três anos - frequência média de postagens do nosso Cocada - posto a versão original na voz enfeitiçadora de Screamin Jay Hawkins.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Disney rasgando o verbo

Ah os vídeos da Disney. Não importa quanto tempo passe, sempre se mantêem atuais e instrutivos!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Três testículos

Vamos falar a verdade... quem não sonha em ser assim? Bola dentro da Heineken

As historinhas que acompanham são o maior barato também...
Obs: sem jabá... só gostei da propaganda mesmo

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Cirurgia do ronco

Sempre achei que era um pouco sonolento demais. E foi depois de uma polissonografia realizada há alguns anos que foi diagnosticada síndrome da apnéia/hipopnéia obstrutiva do sono em grau leve, o que já era suficiente para prejudicar, e bem, minha qualidade de sono e de vida. Recentemente resolvi fazer a cirurgia que consiste em uma septoplastia (para correção do desvio de septo - o popular nariz torto), turbinectomia (retirada da "carne no nariz", que no meu caso se tratava de uma turbina mesmo), uvulopalatofaringoplastia (dar um tapa na região da campainha para o ar passar mais redondo) e amidalectomia (retirada das duas amígdalas, imprescindível para a técnica). Como bônus, drenei ainda um cisto do tamanho de um limão galego no meu seio maxilar direito (ou maçã do rosto).
Estou no meu terceiro dia de pós operatório e gostaria de compartilhar minhas experiências para trocar informações com quem quer que seja.
No primeiro dia, voltei da cirurgia ainda chapado, quando a anestesia foi passando, fui me dando conta da dor que sentia ao engolir alimentos ou mesmo saliva. A impressão é de estar com uma amigdalite daquelas bravas mesmo...

No segundo dia, meu rosto foi tomando a forma que se encontra agora, algo entre a cara do Fofão e a do Rocky Balboa depois da luta contra o Apolo. Meu nariz, que já se assemelhava à uma beringela, hoje parece uma batata-doce. Seguindo orientações da cirurgiã, injeto 40 mL de solução salina hipertônica (água com sal) no nariz 5x ao dia EM CADA NARINA. Descobri também que um dos splints (próteses de silicone tubulares para não deixar a carne grudar la dentro) está obstruído, o que me permite respirar só por uma narina.
Bom, hoje, exceto pela dor e pela congestão nasal, estou bem... De quebra estou emagrecendo e deixando de fumar ao mesmo tempo!
Retorno com mais relatos em breve.
Obs: agradecimento especial para minha esposa pela paciência e dedicação
Tudo bem... eu exagerei. Não estou tão feio assim...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Embolorado

E por falar em bandinha da facul, dêem uma olhada no link que eu achei perdido... Ê xumbrega!!!

A Encruzilhada

Todo mundo tem um filme que sempre quis ver mas nunca conseguiu encontrar. Este foi o meu caso. Há alguns anos, quando eu tinha uma banda na faculdade, todos comentavam comigo sobre um certo "A Encruzilhada" que era imperdível e aquela história toda de ficar enfeitando só por saber que eu jamais iria assistir. Após procurar em locadoras, sites, bancas e até em sebos, desisti. Qual não foi a minha surpresa quando casualmente o encontrei em um blog de vídeos (o excepcional RPC Movie). Realmente o filme é  um filmaço. Regado à muito blues, gaita e violão, o filme narra a história de um prodígio do violão clássico que se "desvirtua" para o blues e ajuda um velho gaitista a retornar para sua terra. O gaitista seria ninguém menos que Willie Brown, antigo parceiro de Robert Johnson, este, o pai do blues. À excessão dos mullets, Ralph "Karatê Kid" Macchio tem uma atuação muito legal - ironias à parte - principalmente quando simula tocar violão. A chave de ouro é o final, com participação de Steve Vai que encarna... bom, eu não vou ser babaca com vocês de estragar o filme. Espero que gostem tanto quanto eu. Abraços!


Clique na imagem acima para ter acesso ao arquivo tipo torrent
É impressão minha ou eles quiseram tirar onda porque a crítica deu quatro estrelas pra eles?

PS: o formato do aquivo para download é torrent que pode ser aberto com programas como o BitTorrent ou o uTorrent

Abaixo, o trailer em baixa definição do filme:

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Pop in Rio

A empolgação durou só alguns segundos. Segundos após a reportagem anunciar a próxima edição do Rock in Rio (desta vez, no Rio), ela pergunta a um sujeito identificado como o dono do evento com quais artistas ele gostaria de contar para as apresentações.
Sem hesitar, o indivíduo em questão sai com essa pérola: Shakira no primeiro dia, e a Lady Gaga no encerramento.
Eis aí a evidência de que muito dinheiro nas mãos erradas é a receita infalível pro desastre.
No vídeo abaixo, um alento pra quem gosta de música. Eric Clapton no auge da forma. Quanto mais velho o cara fica, melhor...impressionante (presta atenção na "catiguria" do batera e do baixista)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

E-drugs... olhaê... olhaê...

E quem disse que nossos doces são só cocada?
Sabemos que tudo que é bom faz mal, mas navegando na internet descobri uma novidade, as ditas "e-drugs". Dizem que têm variados efeitos devido à um fenômeno desencadeado por umas certas "ondas bineurais" (SIC), que estimulam cada ouvido com um tipo de som diferente resultando, quando escutado por um período de alguns minutos a horas, numa alteração de estado de consciência. Cada arquivo tem um efeito diferente e ainda não foram descritos efeito deletérios e nem é proibida pelas autoridades - por enquanto. Portanto, vale a pena dar uma conferida no torrent aqui postado, só não me responsabilizo se os seus neurônios resolverem entrar em apoptose de uma hora pra outra... Abraços à todos.

clique na imagem acima pra acessar o arquivo torrent

Em tempo: ainda não escutei estes arquivos, minha conexão é muito lenta, mas se eles não fritarem seus miolos, por favor descrevam suas experiências neste tópico

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Coisas do Twitter: Danny Barnes - "Caveman" - Santa Cruz, October 17, 2008

Matraca já se rendeu ao Twitter, estou gostando dessa troca de idéias em 140 caracteres, exercício de disciplina diária, sou uma follower do Dave Matthews Band e hoje ele sugeriu que ouvíssimos o Banjo ... dividindo comos docinhos de côco...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Sapos venosos


... e eu que sempre pensei que ele amava o Branco.

sábado, 12 de junho de 2010

Quem não tem cão, caça com gato....

Após um ano daquele post de dia dos namorados e depois de refletir sobre a frase que certa vez ouvi de uma pessôua muito inteligente :que os sábios aprendem com os erros dos outros e os espertos aprendem os próprios erros .... a esperta matraca optou por um dia de curtição total do frio em sua própria casinha.... descubro esse video....bem propício para o dia de hoje...me diverti escolhendo meus preferidos....
Ponto para os beijos nos:
00:17 (eu me lembro da frase de beijo...Briget jones: i don´t know good boys kiss like that... Mark Darcy: They funkin did!!! youwwwww).... 2:14 e2:26: no quesito entreolhares..2:49 no quesito temperatura 4:13 e 5:10 no quesito cumplicidade ....

Ps: depois de um post de tanta categoria do Napoleon... vem euzinha com cenas de blockbusters hollywoodianos ... ahhhh peço permissão para um pouquinho de pieguice no dia de hoje....

quinta-feira, 10 de junho de 2010

ALÔ BATERIA!

Já faz muito tempo que carrego a máxima de que ouvidos atentos nos dá a oportunidade de viver acontecimentos que não presenciamos.
No “causo” que passo a contar aprendi coisas como a profissão do “comissário” e a fenomenal “Jazzificação” de uma fanfarra de carnaval.
Até algumas décadas atrás, era uma figura certa em praticamente toda cidade do interior. Como o deslocamento às metrópoles levava muito tempo ( a comunicação também era dificultosa – era comum esperar horas para conseguir um telefonema interurbano), e os serviços de logística e transporte (os serviços de encomenda expressa não existiam) eram escassos ou inexistentes, haviam pessoas que faziam de sua profissão a constante ida e vinda aos grandes centros, afim de atender aos pedidos de encomenda daqueles que necessitassem de algum item específico. Era cobrada então uma comissão sobre o valor da encomenda, a título de remuneração pelos serviços do comissário.
A gama de produtos variava desde itens supérfluos, como estetoscópios e outros equipamentos médicos, até aqueles de primeira necessidade social, que poderíamos, como a título de exemplo, citar os livros de Direito.
Esse contexto, aliado à uma política de importação extremamente restritiva, discos e instrumentos musicais eram consideradas preciosidades até mesma nas grandes cidade ( hoje é possível adquirir uma Gibson Modelo Les Paul ou uma Fender Stratocaster pela internet, e caso os Correios estejam de bom humor, no dia seguinte ela está na sua casa).
Foram nessas circunstâncias que uma fanfarra de carnaval do interior de Minas Gerais agregou na sua bateria elementos do Jazz (mais especificamente do Bebop, estilo mais ágil e frenético).
Segundo os relatos que ouvi, um entusiasta mais abastado possuía uma notável coleção de discos de Jazz, que naturalmente, propiciava a muitos outros o conhecimento da arte de gênios como Charlie Parker e Dizzie Gillepsie.
Uma vez relativamente difundida entre um grupo de amigos que compunham a “direção musical” daquela bateria de carnaval – ou fanfarra, como ainda preferem alguns – entre eles incluído um baterista de uma banda de “iê iê iê”, Beatles e afins ( o Pop da época), não tardou para que algumas mentes musicalmente mais engenhosas captassem determinados arranjos, padrões e fraseados magistralmente criados e executados pelos grandes bateristas do Bebop da época e as transportassem para uma bateria escola de samba, enriquecendo seu ritmo, tempo e variações.
Como me senti miserável ao imaginar que meu carnavais nunca foram e nunca seriam assim: numa cidadezinha de interior , de rua de pé-de-moleque, com um prato, um bumbo, tarol ou coisa que o valha na mão e muita cachaça na cabeça, ao som daquela massa sonora contagiante, e temperada por “pitadas” de Jazz.
Na descreveria melhor essa minha nostalgia imaginária do que as palavras do grande Rui Barbosa: “Eu tenho saudade do que não vivi. Tenho saudade de lugares onde não fui e de pessoas que não conheci. Tenho saudade de uma época que não vivenciei, lembranças de um tempo que mesmo sem fazer parte do meu passado, marcou presença e deixou legado. (…).”
Em tempo: no último carnaval, foi tanto funk, tanto “créu”, que fui obrigado a bater em retirada para o meu exílio na Avenida Rio Branco (nota do autor: não se trata da famosa avenida no centro do Rio, mas sim da um pouco menos conhecida avenida Rio Branco, principal via de Juiz de Fora) na segunda-feira, tamanha a meloncolia que me assolou.
Ciente de que o texto ficou provavelmente cansativo e confuso, deixo os meus amigos com o vídeo abaixo, a “Jazzificação” de uma música da Rihanna (eu acho” operada por Jamie Cullum.
Obs.: A referência ao item supérfluo foi apenas uma de minhas criativas e de inteligência incomum piadas, ou “practical Jokes”, pra quem assisti (Bazinga) rsrsrsrs Só pra provocar os meu amigos de blog, praticamente uma junta médica.
Obs2: Notei uma tendência nesse blog da preferência pelo cool jazz, pelo meu conhecimento secular do gosto musical do lesado, e pela fixação da matraca pelo Chet Baker (tá, o cara era bonitão mesmo, fazer o quê né). Além de tentar ilustrar um pouco a possibilidade dessa mistura de bateria de escola de samba com um baterista de jazz, esse é o motivo do segundo vídeo.